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All, minhas fotos estão no flickr.

https://www.flickr.com/photos/marcelojm/

Quem acompanhou a saga da viagem e os problemas enfrentados pela Ranger não deve estar sabendo do restante da historia, por isso vou relatar afinal que diabos aconteceu…

Como sabem, em San Antonio Oeste/Las Grutas - Argentina, a carcaça da caixa de câmbio da Ranger rachou inexplicavelmente. Após retirada a caixa, ressoldada e recolocada seguimos viagem. 700 km a frente a caixa rachou novamente.

Tivemos que comprar uma nova carcaça da caixa em Comodoro Rivadavia. Seguimos viagem e o problema de vazamento continuou. Apesar disso seguimos rodando quase 8 mil km apenas completando de óleo a cada  600 a 700 km.

Ao chegar no Brasil Levei a Ranger ao mecânico e após retirada a caixa foram verificadas novas rachaduras em outros 3 lugares. Internamente a caixa estava com um rolamento ruim, sincronizados de quarta e quinta comprometidos e um pequeno desgaste no eixo piloto.

Resolvidos estes problemas a caixa foi soldada então a fechamos e ela foi recolocada. Após um mês de$$$te serviço, novo vazamento do óleo da caixa…

Retornei ao mecânico. Fomos buscar outras opiniões. Ao levantarem a Ranger no elevador e fazer uma vistoria apurada na parte de baixo o mecânico constatou o problema: O cardã traseiro tinha uma batida com um belo afundamento e por isso estava desbalanceado e vibrando. Por isso o conjunto da caixa era forçado e a carcaça rachava.

Dai vem outro problema… cardã de Ranger é de alumínio e não dá balanceamento depois de alguma avaria. Resultado: tive de comprar um novo cardã, desta vez de ferro, para trocar.

Fechando a conta das duas idas ao mecânico, já se foram R$  3.650,00.

Detalhe, a batida no cardã foi quando eu, 2 meses antes de viajar, quis passar por dentro de um riozinho e não vi uma pedra submersa que bateu no cardã…

Ou seja, antes de viajar, verifiquem o cardã, principalmente se estiver sentindo uma leve vibração diferente na caminhonete.

Um abraço.

25/01 – Santana do Livramento a Sombrio.

Resolvemos fazer um caminho diferente da ida e voltar pela BR 101, só que pela manhã decidimos que não iríamos passar por Porto Alegre e sim pelo interior, passando por Santa Maria e Caxias do Sul. Uma má escolha… O começo da estrada até Santa Maria é ótimo e com pouco transito. Mas fica ruim ao passar pela cidade. O transito aumenta, a estrada fica ruim e os pedágios caros, R$ 7,00. Além disso, passa por dentro de muitas cidades inclusive em Caxias do Sul, onde apesar do GPS acabamos nos perdendo e entrando no centro da cidade, perdendo muito tempo. Depois ainda tem a serra, que apesar de muito bonita, com grandes vales e tuneis, é muito travada. Depois eu fiz uma simulação e vi que rodamos quase 100 Km a mais e perdemos pelo menos 1:30 h a mais.

26/01 – Sombrio a Curitiba.
Nada de muito interessante no deslocamento a não ser chegar em casa ao som de Infinita Highway, dos Engenheiros do Havaí. Chegamos as 16:30 mais ou menos.

Dia 22/01 terça feira. De Bariloche a General Acha, 851 km.

Deste deslocamento somente a saída da cidade de Bariloche e mais uns 150 km são dignos de comentários. Tem montanhas magníficas, rios de águas cristalinas e geladas, lagos de um azul muito lindo tbm. Subimos a maior altura da viajem com a Ranger, 1270 m.

Outra coisa foi a passagem pela cidade de Neuquen que deve ser chamada de pomar da Argentina, tamanha a quantidade de pomares de diversos tipos de frutas que tem ao seu redor. É impressionante.

Dormimos em General Acha, num bom e barato hotel de beira de estrada, o hotel … é o hotel… hi! Esqueci o nome. Bem, não tem como errar, fica na frente da entrada da cidade do ladro contrário ao da entrada, tem um estacionamento com todos azuis para cobrir os carros.

Dia 23/01 quarta feira. De General Acha a Victória, 803 km.

Deslocamento sem nada a relatar, apenas muito deserto e um calor dos infernos. A uns 200 km de Rosário muitas plantações e muitos, mas muitos insetos. Borboletas, libélulas, besouros e etc se chocando contra  vidro que ficava uma merrrrr…….

Dia 24/01 quinta feira. De Victória a Concórdia (Argentina), de Salto a Artigas (Uruguai) e de Quarai a Santana do Livramento (Brasil il Il Il)…

Deslocamentos com passagem de fronteiras. Da Argentina para o Uruguai e do Uruguai para o Brasil.

Na Argentina tudo bem, mas pegamos uns trechos de estrada ruins tbm. No Uruguai, pelo menos nas duas estradas que eu passei, só estradas ruins, mas não péssimas.

Paramos em Artigas para comprarmos uns regalos (presentes). Dormimos em Santana do Livramento novamente.

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Dois dias de deslocamento e muito pó.

Dia 20/01

Seguimos pela manhã de El Calafate para Perito Moreno pela famosa Ruta 40. De El Calafate até Três Lagos está tudo asfaltado.

De Três lagos a Gobernador Gregores tem um trecho grande de terra, uns 160 kms (rípio) e poucos kms antes da cidade são de asfalto. Uma dica, não tente entrar na parte de asfalto recém feito que sempre a poucos kms ele estará bloqueado e vc terá q voltar pro desvio ao lado da estrada e as vezes tendo que voltar por onde entrou kms atrás.

Uma nota interessante desta rota é q é um calor dos infernos (pelo menos agora). Um deserto abrasador. No entanto ao longe podemos enxergar as montanhas com neve em seus picos. Uma visão desconcertante com o calor de 30 ou mais que encontramos.

Em Gobernador comemos um sanduiche na praça central, a seguir fomos para Perito Moreno com grandes trechos de terra. Acredito que uns 50 a 60% de asfalto o resto é de terra.

De Perito Moreno seguimos a Rio Mayo, pois estávamos adiantados. Este trecho somente os últimos 36 km são de rípio.
Em Rio Mayo posamos no residencial El Viejo Cavodongo. Este hotel engana, parece um muquifo por fora, mas por dentro é mui hermoso (é muito bonito e bom tbm). Recomendo.

Dia 21/01

Mais deslocamento. Seguimos de Rio Mayo a El Bolson

Saímos de Rio Mayo tarde pois tivemos q esperar o lubricentro abrir para mais uma vez completar o óleo da caixa. Após isso pegamos estrada, desta vez toda asfaltada, para El Bolson.

No caminho, antes da cidade de Tecka, começamos e ver uns fenômenos estranos nos campos, grandes nuvens de pó só que sem algo que as causasse. Mais a frente começamos a ver em vários lugares do campo redemoinhos de pó de maior ou menor tamanho que se formavam do nada e cresciam numa grande bola de poeira no meio do campo. Talvez o que esteja causando isso é q estávamos mais perto da cordilheira do Andes e como estava muito calor o vento frio das montanhas descia e dava de encontro com o calor das baixadas formando os redemoinhos.

Antes de chegarmos a El Bolson resolvemos dar uma passada em Esquel q fica uns 10 km a frente da rota que queríamos fazer para ver se achávamos a mangueira do turbo. A mangueira estava vazando um pouco e isso faz a Ranger perder força e consumir mais. Entramos na cidade e de informação em informação chegamos a uma loja que tinha a mangueira. Compramos e decidimos colocá-la mais tarde.

Seguimos para El Bolson por entre montanhas que ainda tinham neve em seus picos. Isso contrastava muito com o calor de deserto que estávamos sentido na estrada.

Lá completamos o óleo da caixa e fomos ao mercado comprar a janta. Depois fomos procurar hotéis, porém cada lugar q perguntávamos estava cheio. A cidade estava lotada e o que tinha lugar o preço não era compatível com nosso bolso em El Bolson…

Resolvemos seguir para Bariloche. A estrada era linda, mas estava escurecendo o que fez com que perdêssemos parte do espetáculo.

Uma pena. Chegamos a Bariloche durante a noite, e é difícil achar hospedagens no escuro. Achamos um quarto no Hostel Marcopolo inn. Lugar de mochileiros e outros loucos. Muitas nacionalidades misturadas num só lugar. A recepcionista falava 5 linguas e arranhava o português.

Dormimos tarde embalados por um vinho pinot noir.

Amanhã devemos seguir viajem, eu desisti de fazer os sete lagos. Já estou cansado de estradas de terra.

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Sexta dia 18.

Dia 18 tivemos que achar alguém que resolvesse o problema da Ranger (mais um). Como falei antes a mangueira se rompeu.

Rodamos a cidade e não achamos a mangueira em lugar algum, o jeito foi procurar alguma mecânica. Indicaram-nos uma empresa chamada Pejcovick cujo lema é “una montana de soluções”.  Lá eles fizeram o que chamaram de bypass, cortaram a mangueira e colocaram dentro outra, de menor bitola só que rígida, e nas pontas colocaram abraçadeiras fixando tudo. Também soldaram um suporte do estribo direito que estava rachando e ajudaram com o suporte do escapamento.

“Resolvidos” os problemas (depois explico as aspas), fomos passear na principal avenida de El Calafate e resolvemos que merecíamos uma refeição diferente. Fomos comer uma Parrila (churrasco) com cordeiro patagônico. O resto do dia só descansamos e fomos a uma agência de turismo para contratar o passeio Rios de Hielo para o dia seguinte, sábado.

Sábado dia 19.

Acordamos cedo, pois teríamos que estar no porto de Punta Bandeira as 8:30 h. Eu fui na onda da moça da agência e fui só de blusa de lã, maior besteira…  Saímos e então eu lembrei q não tinha pedido um mapa para ir até o porto. Perdi uns 5 minutos achando no GPS só olhando no mapa. Saímos então com pressa e acelerando.

De repente na estrada ouve-se um “psssssisiisiisisiss” bem alto… Era a mangueira do turbo escapando da “solução” que fizeram na Pejcovick… Como não daria tempo de corrigir o problema ali, seguimos assim mesmo sem o turbo, o que deixa a Ranger bem lenta em subidas e mesmo nas retas.

Chegando ao embarcadouro fomos logo pagando a entrada do parque e entramos no barco 5 que fazia o nosso passeio. Saimos antes de todos os barcos que lá estavam, mas apenas pq eramos o mais lento deles. Os outros não tardaram em passar a nossa frente pois fariam o passeio completo com todos os glaciares.

A navegação correu tranquila, com o barco parando para fotos em frente ao iceberg furado das fotos q vou postar e para pegar gelo para tomarmos um whisky 12 anos (acho kkk). Passei o maior frio da minha vida. Apesar do céu azul e o sol brilhante, íamos contra o vento que vinha  dos glaciares e aquilo me gelava a alma… Muiiiiiiiiiiito frio. Tanto é q não tirei tantas fotos quanto em Torres de Paine, tirei apenas 300…

Fomos a 2 glaciares, o Upsala e o Spegazzini. Não da pra descrever em palavras a beleza dos glaciares, só vendo pra saber. Recomendações máximas, junto com TDP de uma viajem inesquecível. Foram 7 horas de navegação que só foram chatas após sairmos da visão daquelas montanhas grandiosas e pegarmos o canal direto ao porto.

Descemos no porto e fomos na Ranger e só ai é que olhamos o cano do turbo que tinha escapado. Tocamos assim mesmo pois tínhamos que ir por terra ao Glaciar Perito Moreno.

Então devagar e sempre seguimos os 40 km de sobe e desce cheio de curvas até o estacionamento da entrada do glaciar. Lá estava lotado. O local tem muitas passarelas de metal e madeira que percorrem uns 2 km pelo meio dos bosques e terminam numa série de balcões onde vc pode tirar centenas de fotos a uma distância de algumas centenas de metros. Chega até mais perto do que os barcos na água. Pena que a passarela que chega mais perto do glaciar estava fechada pois havia o risco de um arco de gelo formado por ela se romper e jogar pedaços de gelo a uma distância de até 200 m.

De início o tio Mário não me acompanhou no passeio pois ele estava com muitas dores. Assim eu segui sozinho pelo lado esquerdo das passarelas. Quando eu estava chegando ao lado esquerdo delas, lá estava o tio num dos balcões. Fiquei feliz pq não queria que ele perdesse esta beleza.

Tirei muitas fotos e tbm fiz alguns vídeos de gelos se desprendendo e caindo na água com um estrondo alto. Saímos de á as 19:00 h pq tínhamos q pegar as roupas que deixamos na lavanderia.

Ps.: Soubemos dias depois pelos jornais e internet que a ponte de gelo q ameaçava ruir caiu as 19:18 h… Ou seja 18 minutos depois de sairmos dali :-( ….. Não pudemos ver este espetáculo da natureza por causa das roupas lavadas…

Foi mais um dia maravilhoso nesta viajem de problemas e belezas. Afinal nem sempre temos apenas as rosas, sempre haverão os espinhos pela frente.

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Hoje foi o dia mais emocionante e belo da minha vida até aqui. Senti a grandeza e a beleza da mãe natureza que Deus nos deu.

Não saímos muito cedo de Puerto Natales. Seriam 197 km até o final da estrada dentro do Parque Torres Del Paine e mais uns 260 até El Calafate. O que por aqui é tranquilo por causa do sol que se põe mais tarde.

Decidimos entras por Cerro Castillo pois nas minhas pesquisas este é o caminho de maior beleza. Decidimos ignorar a Cueva Del Milodon em prol do resto da beleza do parque. Não nos arrependemos.

A partir de Cerro Castillo tem apenas 25 km mais ou menos de asfalto, depois é só rípio. A beleza do lugar te faz esquecer este incomodo.

Sem brincadeira, correndo o risco de parecer piegas, quase chorei ante tanta beleza que presenciei. É um lugar pra ser apreciado com mais tempo, e não de bate e volta como nós fizemos. Realmente é uma pena que nosso tempo ficou curto em virtude dos problemas que tivemos.

Aquelas montanhas de rocha e gelo entremeadas de lagos de cores diferentes enche os olhos e nos faz pensar em Deus. Ninguém mais poderia conceber tamanha beleza.

Não vou me estender tentando descrever o indescritível, só vindo ver para entender.

Saimos do parque as 17:30 h mais ou menos e seguimos  rumo a El Calafate. Passamos facilmente pela aduana e pegamos um trecho de uns 20 km de rípio. Pegamos mais um trecho de asfalto, seguido de 66 km de rípio novamente. Depois voltamos ao alfalto para mais alguns kms.

Chegamos a El Calafate e procuramos um hotel. Achamos um simplesinho logo na entrada e ficamos.

A única nota triste do dia é que eu percebi que estávamos perdendo potencia na Ranger e verifiquei uma ruptura parcial da mangueira do turbo…  Amanhã teremos q procurar conserto e não ir passear L .

Até pessoal.

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Acordamos cedo pq queríamos passar nas aduanas num horário com menos transito. Tomamos o desayuno e pegamos a estrada as 7:30 h.

Como comentei antes este trecho é chato pra caramba com 120 km de ripio pela frente. As únicas coisas intressantes neste trecho foram a passagem de um “mar” de ovelhas na estrada e a passagem do mar com a balsa.

Após a passagem pelo estrito de Magalhães viramos a esquerda em direção a Punta Arenas. Chegando lá fomos direto a zona franca que fica já na entrada da cidade. Eletronicos muito caros, mas outras mercadorias bem baratas. Comprei o Amarula que a Lorene, minha irmã, me pediu.

Na saída da cidade fomos a um lubricentro verificar o nível do óleo e qual foi a nossa surpresa ao constatar que não tinha descido quase nada. Bem que ficamos com a impressão de que da ultima vez o frentista tinha colocado óleo demais.

Seguimos viajem para Puerto Natales por uma estrada de concretos que era um tapete de lisa. Contei 4 buracos até a cidade apenas.

Ao chegar na cidade mais uma vez fomos atrás da indicação do dono da hospedagem em Ushuaia e de novo não encontramos o lugar. O que não foi problema algum pq Puerto Natales é uma cidade repleta de pousadas, hotéis, albergues e etc.

No primeiro q fomos perguntar o preço já ficamos. O hotel Natales, pequeno mas bem chiquezinho. Ainda deu tempo pra eu dar uma volta pela cidade a pé sozinho. O tio ficou no quarto pq as dores dele estão incomodando de vez em quando.

O visual da cidade com sua baia banhada com águas do oceano Pacifico e as montanhas emoldurando a sua volta é uma beleza.

Amanhã teremos o passeio no parque de Torres Del Paine e mais estrada até El Calafate.

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Hoje acordamos mais tarde e felizes de tudo o que vimos e presenciamos. Tivemos problemas na viajem, mas tudo o q vimos nestes 2 dias compensaram o cansaço, o medo, a raiva, a frustração e tumo o mais q tivemos.

Resolvemos fazer o deslocamento de hoje curto para sentir como está a Ranger.  Como já tínhamos completado o óleo resolvi tentar um conserto com epóxi pra ver se ajudava a conter o vazamento.  Seguimos pra uma gomeria (borracharia) e pedimos emprestado o fosso para q pudéssemos tentar algo. Limpei e lixei bem a região q parece estrar vazando mais e coloquei neste local uma cola epóxi de secagem de 15 minutos. Só depois eu li que elá só fica totalmente boa após 24 h!!!  Bueno, vai assim mesmo.

Voltamos pro centro pra matar tempo pois não queríamos chegar muito cedo a Rio Grande. Fizemos umas comprinhas básicas de recuerdos (lembranças), demos mais umas voltas pela cidade e perto do meio dia seguimos viagem. Uma pena estarmos com o tempo curto, esta cidade merecia mais um dia de passeio.

A viagem a Rio Grande vale a pena por seus 100 primeiros Km até a cidade de Tolhuin. É o passo Garibaldi com seus lagos e montanhas nevadas que oferecem um visual encantador. Foram muitas paradas no caminho, inclusive uma para comer um pão com salsicha e refrigerante na beira do rio Tristen, com nós dois muito alegres…

Chegando a Rio Grande fomos até a praça central onde fica o centro de informações  turísticas pra ver um hotel. Escolhemos uma, mas estava fechado, ainda bem, parecia velho e sujo. Fomos a outro perto da beira do mar, Hostal Del Sol. Ótimo hotel recomendo. Quarto grande, bem cuidados, banheiro amplo, muita limpeza e preço justo 82 reais por cabeça.

Como chegamos cedo, saímos para ver o óleo da caixa e foi colocado quase um litro, apesar de que chegou a vazar pela tampa. Ou seja, foi até demais. Compramos mais um vinho, desta vez um vinho doce natural, ou seja, com o doce da própria uva. Eu achei excelente, o melhor q já tomei por aqui.

Amanhã seguimos para Punta Arenas e Puerto Natales.

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(P0rque o caminho é compriiiiiido)

Acordar em Ushuaia………

Não tem preço.

Acordamos e fomos ao desayuno (café da manhã). Lá nos informamos com o dono da pousada sobre o passeio de barco pelo canal de Beagle. Ele nos falou que partiria as 10:30 h e que o preço com desconto q ele conseguia era de 210, ante o preço original de 270 pesos.

Como só sairíamos as 10:30 fomos primeiro a um lubricentro para trocar o óleo do motor e filtros e tbm completar o óleo da caixa. Estava faltando quase 2 litros!!! Deixamos a Ranger lá e fomos pro porto esperar o catamarã.

O valor da taxa de embarque é de 10 pesos. Fizemos um passeio  pequeno pela baia em volta de uns arquipélagos que tem ninhos de pássaros e tbm tem algumas focas  e/ou lobos marinhos.  Além disso rolou uma passagem em volta de um farol. Um passeio interessante e gelaaaaaaaaaado.  O visual da cidade vista de longe e do canal com suas montanhas nevadas é maravilhoso. No barco ouviam-se conversas em muitas línguas diferentes como alemão, inglês, italiano, japonês (ou chinês, coreano sei lá) espanhol e é claro o português em pequena quantidade. Voltamos as 13:30.

Após o passeio fomos dar um role no centro para ver se eu cambiava uns reales, mas o valor estava baixo e não troquei. Não achei que fizesse cambio a não ser na casa de cambio oficial que pagava apenas 2,2 pesos por real. Nas lojas o real vale 2,5 pesos, mas apenas se vc for comprar alguma coisa. Depois fomos buscar a Ranger.

Em seguida rumamos ao Parque nacional da Terra do Fogo, cuja entrada custa 60 pesos para os residentes no mercosul. Fomos até o famoso final da Ruta 3 na Baia Lapataia onde tiramos uma das fotos mais clichês deste lugar: ao lado da placa que diz que é o final da ruta 3. O visual da estrada do parque tbm é demais, passeamos lentamente entre florestas densas, lagos , o mar e riachos de degelo. Muitas fotos por todo o caminho.  Eis que no meio da estrada surge uma raposa passeando tranquila, como que posando para fotos que mais tarde vou postar. Depois, fomos a um centro de turistas do parque onde tomei a cerveja mais cara da minha vida. Era uma Quilmes de 355 ml que custou 27 pesos!!!!!!!!!!!!!!

Após o passeio no parque fomos ao Glaciar Martial, mas o teleférico que leva até o Glaciar estava “roto”, ou estragado. Eu não quis enfrentar sozinho (o tio estava mal), uma caminhada de 2 km morro acima. Bem pelo menos rendeu umas belas fotos.

Voltamos a cidade e fomos fazer compras no supermercado LA Anonima e passear no novo shopping da cidade (aqui chamado de Paseo) que parece grande por fora, mas tem poucas lojas por dentro.

Compramos um vinho cabernet sauvignon que, de todos os q tomei, foi o mais amargo e ruim. Não adianta, sou um pobre q gosta de vinho doce.

É isso, amanhã teremos estrada de novo, mas o caminho ainda não está bem definido.

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