Dois dias de deslocamento e muito pó.

Dia 20/01

Seguimos pela manhã de El Calafate para Perito Moreno pela famosa Ruta 40. De El Calafate até Três Lagos está tudo asfaltado.

De Três lagos a Gobernador Gregores tem um trecho grande de terra, uns 160 kms (rípio) e poucos kms antes da cidade são de asfalto. Uma dica, não tente entrar na parte de asfalto recém feito que sempre a poucos kms ele estará bloqueado e vc terá q voltar pro desvio ao lado da estrada e as vezes tendo que voltar por onde entrou kms atrás.

Uma nota interessante desta rota é q é um calor dos infernos (pelo menos agora). Um deserto abrasador. No entanto ao longe podemos enxergar as montanhas com neve em seus picos. Uma visão desconcertante com o calor de 30 ou mais que encontramos.

Em Gobernador comemos um sanduiche na praça central, a seguir fomos para Perito Moreno com grandes trechos de terra. Acredito que uns 50 a 60% de asfalto o resto é de terra.

De Perito Moreno seguimos a Rio Mayo, pois estávamos adiantados. Este trecho somente os últimos 36 km são de rípio.
Em Rio Mayo posamos no residencial El Viejo Cavodongo. Este hotel engana, parece um muquifo por fora, mas por dentro é mui hermoso (é muito bonito e bom tbm). Recomendo.

Dia 21/01

Mais deslocamento. Seguimos de Rio Mayo a El Bolson

Saímos de Rio Mayo tarde pois tivemos q esperar o lubricentro abrir para mais uma vez completar o óleo da caixa. Após isso pegamos estrada, desta vez toda asfaltada, para El Bolson.

No caminho, antes da cidade de Tecka, começamos e ver uns fenômenos estranos nos campos, grandes nuvens de pó só que sem algo que as causasse. Mais a frente começamos a ver em vários lugares do campo redemoinhos de pó de maior ou menor tamanho que se formavam do nada e cresciam numa grande bola de poeira no meio do campo. Talvez o que esteja causando isso é q estávamos mais perto da cordilheira do Andes e como estava muito calor o vento frio das montanhas descia e dava de encontro com o calor das baixadas formando os redemoinhos.

Antes de chegarmos a El Bolson resolvemos dar uma passada em Esquel q fica uns 10 km a frente da rota que queríamos fazer para ver se achávamos a mangueira do turbo. A mangueira estava vazando um pouco e isso faz a Ranger perder força e consumir mais. Entramos na cidade e de informação em informação chegamos a uma loja que tinha a mangueira. Compramos e decidimos colocá-la mais tarde.

Seguimos para El Bolson por entre montanhas que ainda tinham neve em seus picos. Isso contrastava muito com o calor de deserto que estávamos sentido na estrada.

Lá completamos o óleo da caixa e fomos ao mercado comprar a janta. Depois fomos procurar hotéis, porém cada lugar q perguntávamos estava cheio. A cidade estava lotada e o que tinha lugar o preço não era compatível com nosso bolso em El Bolson…

Resolvemos seguir para Bariloche. A estrada era linda, mas estava escurecendo o que fez com que perdêssemos parte do espetáculo.

Uma pena. Chegamos a Bariloche durante a noite, e é difícil achar hospedagens no escuro. Achamos um quarto no Hostel Marcopolo inn. Lugar de mochileiros e outros loucos. Muitas nacionalidades misturadas num só lugar. A recepcionista falava 5 linguas e arranhava o português.

Dormimos tarde embalados por um vinho pinot noir.

Amanhã devemos seguir viajem, eu desisti de fazer os sete lagos. Já estou cansado de estradas de terra.

SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC SONY DSC